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Boletim Edição 07 de Janeiro

São Paulo - No 1º semestre de 2010, a CLIPP oferecerá em seu Curso de Psicanálise, pela terceira vez, o módulo “Pequeno Hans e Síndrome do Pânico – Fobia: Uma proteção contra a angústia”, cuja atualização está sob a responsabilidade de Carmen Silvia Cervelatti, Diretora de Ensino. Às segundas-feiras, das 20h30min às 22h30min. Inscrições abertas e vagas limitadas, (mais informações: (11) 38647023 e www.clipp.org.br)

CIEN-SP Infância, um Laboratório interdisciplinar em formação (na CLIPP) iniciará suas atividades em 2010 com um debate sobre a noção de corpo da criança no contemporâneo com a leitura do capítulo O resíduo do Pequeno Hans (LACADÉE, Le Malentendu de l’enfant. Paris: Payot, 2002, p.55), sob a coordenação de Maria Noemi de Araujo. (Inscrições pelo Site: www.clipp.org.br)

Paris - Semblants et Sinthome (Scilicet: Paris, 2009, p. 268-70). Hans está representado no verbete“Phobie”. Segundo Cristiane Ruffieux (NLS) na trilha de Freud, Lacan demonstra que a “Fobia deve ser considerada como um tratamento da angústia pela operação simbólica”. A autora discute a natureza dessa operação ancorada nos Seminários: Livro IV (La relation d’objet, 1994), Livro XVI (D’un Autre à l’autre, 2006) e X (L’angoisse, 2004) (www.ebp.org.br/links/amp.html)

Buenos Aires - Hans Faz Cem Anos na 2ª Reunião dos Institutos do Campo Freudiano do Brasil: Clin-a, CLIPP, ICP-Rio, IPB, IPLA, IPSM-MG, em 27 de novembro de 2009. Homenagearam o centenário da publicação do texto de Freud Pequeno Hans: O debate, Hans faz cem anos, com Maria Inês Lamy (O que Hans nos ensina) e Paulo Vidal (O Homem invisível), em 22/06/2009, na EBP Rio, publicado emArquivos da Biblioteca EBP Rio, nº 6 (2009) e o texto apresentado pelo ICP-RJ: O pai da Interdição e o pai real em Hans e nos casos contemporâneos (Lamy, 2009), na 2ª Reunião dos Institutos. (1ª Brochura dos textos. Sérgio Laia, S. Org., 2009).

O alinhavo do Caso freudiano com o Marina, relatado por Selma Viana no II Encontro Americano (2005), juntamente com as reflexões desenvolvidas no interior do Núcleo de Pesquisa Curumim a partir do curso “A criança como objeto e os objetos da criança” (2008), do qual Lamy faz parte, lhe possibilitaram discutir a diferença entre o pai privador e o pai real no contemporâneo. (www.ebprio.com.br)

Os Comentadores deste texto do ICP-Rio*, Rômulo Ferreira da Silva e Heloisa Telles sugerem duas leituras de Hans: a primeira, do Seminário: Livro 4 (Lacan, 1956-57), trata a angústia de Hans como uma decorrência de um não encontro com o “apoio simbólico do lado do pai”; a segunda, da Conferência de Genebra sobre o Sintoma (Lacan, 1975), toma a fobia de Hans como uma “resposta sintomática ao confronto com um gozo absolutamente hétero, alheio ao sujeito. O encontro com suas próprias ereções diz de um gozo fálico”. Concluem os comentadores: “a mãe não ocupa absolutamente o lugar de objeto no momento que irrompe o real do sexo”. Além das fontes mencionadas, os comentadores citaram: As interpretações lacanianas do complexo de Édipo freudiano (BROUSSE, Arquivos da Biblioteca, EBP-Rio, 1997); El síntoma del niño y el Otro que no existe (SOLANO-SUAZREZ. Clínica lacaniana, Buenos Aires: Três Haches, 2003) e Real e Nome-do-Pai. (SINATRA. Opção Lacaniana, nº50, SP, 2007).

*Silva, R. F. e Telles, H. Comentário do trabalho do ICP-RJ. In Brochura dos Comentários dos textos apresentados na 2ª Reunião dos Institutos do Campo Freudiano no Brasil: Clin-a, CLIPP, ICP-RJ, IPB, IPLA e IPSM-MG. Laia, (org.). Buenos Aires, 27 de novembro de 2009, p. 24
São Paulo, 07 de janeiro de 2010.

São Paulo, 07 de janeiro de 2010.
Responsável: Maria Noemi de Araujo (Diretora de Publicações)
Conselho Editorial: Maria Noemi de Araujo e Sandra Grostein.

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