quintas-feiras | quinzenal | 20h30/22h00
atividade híbrida
- Coordenação:
- Carmen Silvia Cervelatti (carmencervelatti@uol.com.br)
- Investimento: R$340 (semestral)
- Início: 12/03/2026
quintas-feiras | quinzenal | 20h30/22h00
atividade híbrida
É possível afirmar que o gozo é um conceito que está presente em todo o ensino de Lacan, inclusive podemos acompanhar tais desenvolvimentos com Miller em Os seis paradigmas do gozo: imaginário, significantizado, impossível, normal, discursivo e a não-relação. Também podemos falar de gozo no singular, sem desdobrá-lo em vários tipos gozos. Enquanto múltiplo, temos o gozo do Outro, o gozo fálico, o gozo do sentido e o mais-de-gozar.
O conceito de gozo supõe a existência de uma satisfação no sofrimento, verificável no sintoma – uma satisfação pulsional. Só há gozo porque há corpo, por isso o corpo é seu suporte. Nesta vertente, para Lacan, o gozo é substância. Tal postulação encontra-se no Seminário 20, onde Miller localiza o último paradigma.
Visitaremos o conceito de supereu, o imperativo do gozo: Goza! Ao final do percurso desta proposta do Seminário de leitura, exploraremos a topologia do último ensino de Lacan, pois de cortes e enlaçamentos campos de gozo são delimitados no nó borromeano.
Para tanto, nos serviremos de textos de Freud, principalmente Além do princípio do prazer, os Seminários de Lacan 20, 22 e 23, e dos textos de Miller Os seis paradigmas do gozo e a Teoria dos gozos (Conferencias Porteñas) e seus cursos La experiencia de lo real en la cura psicoanalítica e El ultimísimo Lacan.
Cronograma: